
Após uma ação da Polícia Militar no bairro de Cajazeiras, que resultou na apreensão de 11 armas de fogo, sendo quatro fuzis, uma carabina calibre 9 mm, uma espingarda calibre 12 e cinco pistolas, e nove mortes de integrantes da facção Bonde do Maluco (BDM), o jornal Correio, de ACM Neto, fez duras críticas à atuação do Policias Militares do Batalhão de Patrulhamento Tático Móvel (BPATAMO).
Com o título “Nove mortos em Cajazeiras: ‘Uso da força não pode ser banalizado’, aponta especialista”, o jornal traz declarações de um sociólogo que, antes mesmos das apurações iniciais, já classifica o episódio como chacina.
“Fica difícil até de trabalhar dessa forma, porque até quando vamos para cima dos marginais, tirando armas e drogas de circulação, nosso trabalho sofre críticas dessa natureza, por um jornal que já tem má vontade com a tropa e por um dito “especialista” que nunca enfrentou uma situação de confronto, a vida real, como ela é”, afirmou um policial militar que preferiu não se identificar.
*Agentes da lei cumprindo seu dever*
Anda na matéria do Correio, outra declaração que incomodou muito os policias militares foi de que “o uso da força não pode ser banalizado”. “Como se um enfrentamento com um grupo de faccionados fortemente armado fosse uma coisa banal, se trata sim da vida dos policiais que estão em risco, agentes da lei que estão ali cumprindo seu dever”, desabafa o mesmo PM.
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