
Durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP) do Vale do Jiquiriçá, neste sábado (4), em Jaguaquara, o senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou que a essência do grupo do PT é fazer uma política “que valoriza o ser humano”. Ele comparou essa visão com a da oposição, ressaltando que o governo do PT segue um líder, não um dono. “Nosso grupo tem como inspiração as orientações - não as ordens - do presidente Lula. Aqui não tem nenhum imperador, chefe ou reizinho”, cravou.
Para ilustrar a diferença entre os grupos, Wagner citou o caso da prefeita de Jaguaquara, Edione Agostinone, que, em 2024, decidiu mudar de lado político. Ele relatou que ela agiu por lealdade com quem fez bem à cidade, mas acabou sofrendo retaliações. “Qual foi a resposta do outro lado? A que eu previa: a perseguição, o ataque a Edione, só porque ela teve a integridade de dizer que ia seguir com o nosso grupo”, lamentou o senador.
Wagner associou a postura da oposição às suas raízes políticas autoritárias. “Eles não toleram quem tem coluna vertebral, porque começaram a governar em um tempo em que a democracia não existia no Brasil”, disparou. Wagner lembrou que os adversários atuaram durante os governos militares, época em que “era preciso vergar a coluna para sobreviver”. Para ele, a cartilha da oposição continua sendo a de “humilhar e perseguir a cidade só porque o prefeito não está com eles”.
*Respeito à vontade popular*
Em contrapartida a esse modelo de retaliação, Wagner apontou a escuta popular como mais um grande diferencial da gestão estadual. O parlamentar destacou que o grupo não pune os municípios por escolhas eleitorais. “Como diz o presidente Lula: na eleição, vamos estar no palanque com os nossos, mas, depois que ganharmos, a gente governa para todos”, garantiu.
O Programa de Governo Participativo, segundo Wagner, materializa o respeito à vontade popular, ao colher as prioridades de cada região da Bahia, como as do Vale do Jiquiriçá. O senador explicou que o PGP garante que as ações do Estado errem menos. “Nós respeitamos - e sempre vamos respeitar - a relação entre o público e vocês, que são os donos da democracia”, concluiu.
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