
A discrepância entre os investimentos das esferas de governo escancara a dependência de Salvador da rede estadual. Enquanto a prefeitura administra apenas duas unidades hospitalares, a Sesab sustenta 39 equipamentos em funcionamento — entre hospitais, maternidades, policlínicas e centros de referência.
Entre 2023 e 2025, foram aplicados R$ 585 milhões em melhorias na capital, além de R$ 211 milhões em obras em andamento, incluindo a ampliação do HGE e a criação de novos leitos de UTI.
Apesar de receber R$ 722 milhões por ano do Governo Federal para sua rede municipal, Salvador continua transferindo a maior parte dos pacientes para a rede estadual. Especialistas defendem que a prefeitura precisa assumir mais responsabilidades, especialmente na média complexidade.
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