
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou, na tarde desta terça-feira, uma operação de destaque ao interceptar um veículo utilizado como táxi que seguia de Salvador para Feira de Santana. No interior do automóvel estavam cinco ocupantes, três homens e duas mulheres apontados como suspeitos de envolvimento na morte do cabo da Polícia Militar Glauber Rosa Santos, ocorrida horas antes na capital baiana.
Durante a fiscalização de rotina, os agentes constataram que um dos passageiros possuía mandado de prisão em aberto. Além disso, foram encontrados 16 aparelhos celulares dentro do veículo, cuja origem será apurada pela Polícia Civil, diante da suspeita de que possam ter sido fruto de furtos ou roubos.
Trabalho integrado das forças de segurança
A ação da PRF se insere em um contexto de operações conjuntas entre diferentes corporações, que intensificaram o cerco após o assassinato do cabo da PM.
A Polícia Militar reforçou o patrulhamento no complexo do Nordeste de Amaralina, onde o policial foi baleado.
A PRF, em paralelo, ampliou as abordagens nas rodovias federais, visando impedir a fuga de suspeitos e interceptar veículos ligados ao crime.
A Polícia Civil assumiu a responsabilidade pela investigação, reunindo provas e conduzindo os detidos para adoção das medidas legais cabíveis.
Repercussão
O episódio evidencia a importância da integração entre forças policiais na Bahia. A rápida resposta da PRF, aliada às ações da PM e ao trabalho investigativo da Polícia Civil, demonstra a capacidade de articulação das instituições diante de crimes que atentam contra a segurança pública e a vida de agentes do Estado.
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Próximos passos
Os suspeitos e o material apreendido foram encaminhados à Polícia Civil, que dará continuidade às investigações para confirmar ou descartar a ligação direta dos detidos com a morte do cabo Glauber Rosa Santos.
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