Rosemberg comenta indicações de baianos a Ministérios
Rosemberg comenta indicações de baianos a Ministérios
14/12/2022 às 11h45Atualizada em 14/12/2022 às 14h45
Por: Redação
Compartilhe:
Foto: Reprodução
O deputado Rosemberg Pinto, líder do governo na Assembleia Legislativa do Estado, enalteceu a força da Bahia na composição do novo governo Lula, no qual, o parlamentar prevê novos investimentos para o estado. Até o momento, foram oficializados os nomes de Rui Costa, para a Casa Civil, e o da cantora Margareth Menezes para ocupar o Ministério da Cultura, que deve ser reinstituído. Para o deputado estadual e líder do Governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Rosemberg Pinto (PT), as indicações são de suma importância pois servirão de ferramenta de integração entre os governos federal e estadual. Em relação a Rui, ele considera que sua experiência de gestão foi decisiva. “COMO GOVERNADOR DO ESTADO, DEMONSTRA UMA GRANDE CAPACIDADE DE GESTÃO, NO ENFRENTAMENTO DE DIVERSOS DESAFIOS. COM ELE, A BAHIA – UM ESTADO POBRE – SUPEROU MOMENTOS DE MUITAS DIFICULDADES, PRINCIPALMENTE NESSE PERÍODO DE CORTES E PANDÊMICO, QUE REFLETIRAM NUMA DESACELERAÇÃO DA ECONOMIA E, MESMO ASSIM, NÃO PAROU DE SE DESENVOLVER E DE INVESTIR. TENHO CONVICÇÃO DE QUE FOI UMA ESCOLHA ACERTADA DO LULA. COMO MINISTRO DA CASA CIVIL, SERÁ O BRAÇO DIREITO DO PRESIDENTE E SÓ TEMOS A COMEMORAR”. Cultura O parlamentar, que se identifica e abraça as demandas do setor cultural, também se posiciona em relação à escolha de Margareth Menezes. “Acho muito boa a indicação. Margareth vem da construção de um conceito que nos orgulha muito. Ela não é uma teórica da Cultura, é a prática. É muito bom ver a cultura sendo dirigida por quem a faz diariamente”, avalia fazendo um comparativo à atual secretária da pasta na Bahia, Arany Santana, uma mulher que, segundo ele, é mais que uma conhecedora e gestora, é oriunda dos fazedores de cultura. Rosemberg ainda avalia que há um preconceito grande de parte de algumas figuras públicas que criam resistência à indicação e que o desafio será comum ao de demais gestores nordestinos. “Nosso maior desafio será o de unir o Brasil, superar essa tentativa de desqualificação do Nordeste. Temos que nos orgulhar de termos definido essas eleições, por pensarmos o pobre como prioridade e acho que ela nos representa bastante”, declara, colocando o seu mandato e articulação na defesa da cultura e da Bahia.
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.