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ACM Neto vira alvo de ataques, de novo, em debate e é chamado de “covarde” e “fujão"

ACM Neto vira alvo de ataques, de novo, em debate e é chamado de “covarde” e “fujão"

07/09/2022 às 01h17
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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Candidato do União Brasil ao governo da Bahia, ACM Neto foi novamente alvo de críticas dos adversários por não comparecer ao debate promovido pela TVE na noite desta terça-feira (6). O ex-prefeito soteropolitano já tinha sido atacado por se ausentar do debate da Bandeirantes em agosto. Jerônimo Rodrigues, candidato do PT, chamou Neto de “candidato fujão”. “Infelizmente, mais uma vez, o candidato fujão não vem ao debate para debater com a sociedade, com os candidatos, as propostas que nós temos para governar a Bahia”, disse ele. Já João Roma, postulante do PL, disse que o ex-prefeito de Salvador era “covarde” por não comparecer ao debate. “É realmente lamentável a ausência do candidato covarde. Montou uma chapa que poderia ser registrada na Junta Comercial, e não no TRE”, declarou. Educação A educação foi um dos temas do primeiro bloco do debate. Kleber Rosa, candidato do PSOL, prometeu valorizar os professores, se eleito governador da Bahia. O socialista criticou o governador Rui Costa (PT) por ainda não pagar os precatórios dos docentes. “Pensar a educação do ensino médio passa por uma reforma absoluta na educação. Valorizando, sobretudo, os professores. Pague os precatórios dos professores. Você (Rui Costa) prometeu que ia pagar. Dia 1º aconteceu a chegada dos recursos, e não pagou”, disse ele. Jerônimo Rodrigues ressaltou que o governador enviará ainda nesta semana um projeto para Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) para ter uma lei que garanta o pagamento dos precatórios do professor. Roma criticou o desempenho de Jerônimo Rodrigues quando este foi secretário de Educação da Bahia. “Como é que o senhor tem a ousadia para falar de educação? O senhor é um dos responsáveis pela Bahia ostentar o troféu de um dos piores ensinos do Brasil”, afirmou ele. Jerônimo Rodrigues rebateu: “o seu governo foi o que mais detonou a educação pública”, ao se referir a gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL).                                                   metro 1
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