
A Prefeitura de Alagoinhas inicia o pagamento do Piso Nacional do Magistério nesta quinta-feira, 30 de abril. Além do reajuste salarial, os professores receberão a primeira parcela do retroativo referente aos meses de janeiro, fevereiro e março. O pagamento do retroativo foi organizado de forma escalonada e será quitado em três parcelas, com conclusão em junho. A medida reforça o compromisso da gestão municipal com a valorização dos educadores e o cumprimento da legislação federal.
O prefeito Gustavo Carmo destaca que o pagamento do piso é um reconhecimento essencial para quem constrói a base da sociedade. “Valorizar o professor é investir diretamente no futuro de Alagoinhas. Ao garantirmos o piso, mesmo diante de tantas dificuldades, estamos reafirmando que a educação é a nossa prioridade absoluta para transformar a realidade das nossas crianças, dos nossos jovens e da nossa cidade”, afirma.
A secretária municipal de Educação, Rita Bastos, reforça a importância da categoria docente para o desenvolvimento local. “Nossos professores são os pilares de um município mais justo e desenvolvido. Esse pagamento, junto com o retroativo, é um direito garantido e uma demonstração do respeito da gestão Gustavo Carmo por quem dedica a vida a ensinar”, diz.
Equilíbrio nas contas
A viabilização do pagamento do piso do magistério, mesmo em um período de contingenciamento de gastos, só foi possível graças a um planejamento rigoroso da administração municipal. O secretário da Fazenda, Antônio Lins, explica que a estratégia de parcelamento do retroativo foi fundamental para assegurar o benefício sem comprometer a saúde financeira da cidade.
“Trabalhamos para valorizar e garantir o direito dos nossos professores mantendo sempre o equilíbrio fiscal. Nossa prioridade é honrar os compromissos com o funcionalismo público de forma responsável e assegurar que a prefeitura continue com as contas em dia e capacidade de investimento”, comenta Lins.
Conforme a Portaria nº 82/2026, do Ministério da Educação (MEC), o valor do piso salarial profissional nacional do magistério público da educação básica é de R$ 5.130,63. A medida é válida para professores com jornada de 40 horas semanais, e o vencimento das demais jornadas de trabalho deve ser proporcional ao piso estabelecido.
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