
Em um movimento sem precedentes em séculos, autoridades israelenses impediram a entrada das principais lideranças cristãs na Igreja do Santo Sepulcro durante as celebrações do Domingo de Ramos neste final de semana. A restrição ao local mais sagrado do cristianismo ocorre em meio à escalada militar no Oriente Médio e provocou uma reação imediata e conjunta do Vaticano e de governos europeus. O episódio, classificado pela comunidade internacional como uma "afronta à liberdade religiosa", estabelece um grave precedente para o Status Quo que rege os lugares santos de Jerusalém, elevando a tensão diplomática entre Israel e o Ocidente.
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