22°C 31°C
Candeias, BA
Publicidade

Alckmin diz que aceita disputar a presidência do PSDB

Alckmin diz que aceita disputar a presidência do PSDB

28/11/2017 às 02h43
Por: Redação
Compartilhe:
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O governador Geraldo Alckmin disse, na noite desta segunda-feira (27), após um jantar com integrantes do PSDB no Palácio dos Bandeirantes, que aceitou ser candidato à presidência do PSDB. Ele afirmou, porém, que sua candidatura só será oficializada no dia 9 de dezembro, na convenção do partido.

A reunião teve a participação do ex-presidente Fernando Henrique, do senador Tasso Jereissati e do governador de Goiás, Marconi Perillo. Segundo Alckmin, durante o encontro, Perillo e Jereissati disseram que abririam mão das suas pré-candidaturas, caso ele tivesse disposição de participar do processo.

“Essa é uma escolha que só vai ocorrer no dia 9, foi só uma conversa e a retirada de ambas as candidaturas [de Perillo e Jereissati], mas a escolha da executiva será na convenção do dia 9. O presidente Alberto Goldman vai conduzir esse processo. Se o meu nome puder unir o partido, fortalecer o partido como um vigoroso instrumento de mudança para o Brasil, de implementar as mudanças que o Brasil precisa para avançar mais, é nosso dever. (...) É uma escolha que ocorrerá no dia 9. Nosso nome está à disposição", afirmou. Questionado objetivamente por jornalistas se ele aceita ser candidato ao cargo, ele respondeu: "Topo".

O governador confirmou que é a alternativa para uma "chapa de unidade", mas negou ser candidato único. "Não se pode dizer isso porque quem quiser pode ser candidato e a escolha será feita pelo diretório nacional", defendeu.

“Nunca me ocorreu disputar a presidência do PSDB em nível nacional. O presidente Fernando Henrique lembrou que se nós conseguíssemos uma unidade, evitar disputa, seria melhor", comentou.

O nome de Alckmin, segundo o blog da Cristiana Lobo, tem como objetivo unir o partido e buscar aliados para 2018.

Ainda de acordo com o blog, o governador chegou a resistir por algum tempo, mas acabou decidindo acumular a presidência do PSDB com a candidatura à presidência da República como forma de evitar o aprofundamento do racha no partido e conquistar apoios de outros partidos para sua provável candidatura.

O último movimento de pressão partiu do governo Temer, que deixou claro aos tucanos aliados ao Palácio do Planalto que, se Tasso Jereissati fosse eleito para o comando partidário, o PMDB seguiria outro caminho na campanha do ano que vem, isolando o PSDB na disputa presidencial.

Isso aconteceu enquanto a disputa entre Marconi Perillo e Tasso Jereissati dava sinais de confronto entre alas do partido.

Desde o final da última semana, a palavra estava com Alckmin. Ele ouviu tanto de Marconi quanto de Tasso que, se ele quisesse ser o nome de consenso, os dois retirariam as candidaturas. Mas que isso deveria ser feito logo porque, mais adiante, as campanhas estariam irreversíveis.

Nos últimos dias, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu publicamente a indicação de Alckmin, mas o governador paulista aguardava, ainda, uma palavra pública de apoio dos senadores José Serra e Aécio Neves.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Candeias, BA
31°
Tempo limpo

Mín. 22° Máx. 31°

35° Sensação
4.96km/h Vento
60% Umidade
0% (0mm) Chance de chuva
05h37 Nascer do sol
05h48 Pôr do sol
Seg 33° 21°
Ter 32° 21°
Qua 32° 21°
Qui 33° 22°
Sex 31° 23°
Atualizado às 14h04
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Economia
Dólar
R$ 5,33 +0,01%
Euro
R$ 6,08 +0,03%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 403,902,67 +0,18%
Ibovespa
177,653,31 pts -0.91%
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Lenium - Criar site de notícias