
"A simples criação de uma lei não tem importância nenhuma, são consideradas 'mortas', se não houver engajamento", disse a governadora. "As políticas são de Estado e não de governo. É esse trabalho que precisamos repensar", reforçou Celina.
Para a progressista, também é importante melhorar a educação e o olhar sobre as mulheres. "A lei mais importante que aprovamos na Câmara (dos Deputados), é a que obriga uma semana de combate à violência contra a mulher nas escolas. Dessa forma, teremos os filhos educando os pais, tios e avós", enfatizou a governadora em exercício.
Esta é a segunda edição do seminário Combate ao Femincídio: Uma Responsabilidade de Todos. Logo após a abertura do evento, a delegada-chefe da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), Letízia Lourenço, participou de um pré-painel. Agora, acontece o primeiro painel, que tem como tema “Punição mais severa é o caminho?” e contará com as presenças de: Antônia Carneiro, defensora pública chefe do Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres; Cristina Tubino, presidente da Comissão de Enfrentamento da Violência Doméstica da OAB-DF; Daniel Bernoulli, promotor de Justiça do DF; e Beatriz Figueiredo, perita criminal e diretora da Divisão de Perícias Externas do Instituto de Criminalística.
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