22°C 29°C
Candeias, BA
Publicidade

Ministra da Saúde defende na ONU equidade no setor e cultura da paz

Ministra da Saúde defende na ONU equidade no setor e cultura da paz

22/05/2023 às 12h04 Atualizada em 22/05/2023 às 15h04
Por: Redação
Compartilhe:
Rio de Janeiro (RJ), 10/05/2023 - A ministra da Saúde, Nísia Trindade, participa da Reunião Magna da Academia Brasileira de Ciências. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 10/05/2023 - A ministra da Saúde, Nísia Trindade, participa da Reunião Magna da Academia Brasileira de Ciências. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Ao participar da 76ª Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, a ministra Nísia Trindade disse nesta segunda-feira (22) que “o Brasil está de volta”, o que, segundo ela, significa a retomada da defesa da equidade em saúde, da cultura da paz e do multilateralismo, “fundamentais neste tempo”. Em seu discurso, Nísia lembrou os 6 milhões de mortos pela pandemia de covid-19 em todo o planeta, sendo 700 mil apenas no Brasil, “com grave impacto nos sistemas de saúde, na saúde mental e na economia”. “Precisaremos de sistemas nacionais de saúde mais preparados para as emergências que virão”. A ministra da Saúde defendeu ainda o enfrentamento de desafios relacionados a mudanças climáticas e seus impactos na área de saúde. “Recordemos que mais da metade do tempo para realizar os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável] já transcorreu e, a despeito de alguns avanços, estamos em grande parte do mundo em situação pior do que antes da covid-19”. A saída, segundo Nísia, é fortalecer sistemas de vigilância e de saúde como um todo, além de mais inovação, transferência de tecnologia e financiamento voltados para sistemas de saúde mais equitativos. “Em tempos de inteligência artificial e avanços na saúde digital, é crucial que essas sejam ferramentas acessíveis e eticamente orientadas”. “Temos que descentralizar a produção de medicamentos, vacinas e insumos estratégicos para garantir o acesso equitativo em todo o mundo. Trabalhar para reduzir as desigualdades e, diante e entre elas, a desigualdade de acesso aos benefícios do conhecimento científico e tecnológico. Desigualdade faz mal à saúde.” Para a ministra, não será possível alcançar tais objetivos sem o que ela chama de reforma da arquitetura global da saúde que a torne mais ágil e coesa, que coloque a Organização Mundial da Saúde (OMS) no centro desse processo e que reduza as desigualdades entre países e regiões. “Reforço a proposição que o Brasil traz a essa assembleia, de uma resolução com defesa do respeito às especificidades da saúde dos povos indígenas”, disse. “O Brasil voltou para somar sua voz e sua atuação em defesa da equidade em saúde, da paz e da solidariedade internacional”, concluiu.
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Candeias, BA
29°
Tempo limpo

Mín. 22° Máx. 29°

30° Sensação
5.03km/h Vento
56% Umidade
100% (3.84mm) Chance de chuva
05h42 Nascer do sol
05h19 Pôr do sol
Qua 26° 21°
Qui 27° 22°
Sex 27° 22°
Sáb 28° 21°
Dom 28° 22°
Atualizado às 13h04
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Economia
Dólar
R$ 4,91 -0,96%
Euro
R$ 5,75 -0,89%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 423,996,87 +1,43%
Ibovespa
186,349,66 pts 0.4%
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Lenium - Criar site de notícias