
Júnior Magalhães visitou todos estes pontos com o objetivo de fazer um balanço das ações e agradecer a todos os servidores que fizeram a festa acontecer, além da escuta desses profissionais para aprimoramento dos serviços em 2024. Segundo o secretário, a Sempre realizou 2.153 abordagens dentro da campanha "Criança não é mão de obra". “Identificamos 243 crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, outras 482 foram encontradas em situação de vulnerabilidade social, resultando em 146 encaminhamentos para o Centros de Convivência e 789 encaminhamentos para a rede de garantia de direitos. Nosso trabalho consiste no desenvolvimento se ações de sensibilização e convencimento das famílias para acabar com o trabalho infantil”, salientou. Sobre os camarotes acessíveis, o gestor informou que foram contabilizados 1.916 acessos nos 6 dias de festa. “Nos nossos três camarotes, promovemos a inclusão social, proporcionamos aos idosos e pessoas com deficiência uma vista privilegiada, conforto e segurança no Carnaval. Foram quase 2 mil acessos, um trabalho de atendimento fantástico realizado pelas nossas equipes”, comemorou. De acordo com ele, o Catafolia promoveu mais dignidade aos catadores. "Contabilizamos, nos seis dias de Carnaval, 4.394 entradas, e ofertamos durante todos os dias da folia quatro refeições diárias (café da manhã, almoço e dois lanches intercalados, mais estrutura com banheiro químico, orientação para banho, entre outros serviços), de forma que eles pudessem desenvolver o autocuidado enquanto trabalhavam nos dias da festa. Agora, já começamos a pensar em montar um estrutura em que possam descansar pelo menos algumas horas do dia", frisou. Sobre o Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas) e o Observatório em Políticas Sobre Drogas, o Secretário já avalia elevar para 24 horas o funcionamento das atividades. O Seas realizou 561 abordagens e 44 encaminhamentos para as Unidades de Acolhimentos Institucional (UAIs) da pasta. A atuação das equipes especializadas ocorreu em todo o circuito para atendimento à população de rua e identificar e combater situações de trabalho infantil. O Observadrogas realizou 5.879 observações e 392 entrevistas com os catadores de materiais recicláveis, com o objetivo de avaliar nas duas bases dos Catafolia e nos circuitos da folia situações do uso abusivo de álcool e outras drogas, com atribuição de registrá-las, identificando situações de risco, vulnerabilidade ou violações de direitos, de forma a desenvolver políticas públicas que amenizem essa problemática. Além disso, o secretário frisou que o trabalho vai além do que foi feito no Carnaval. "Com todas as pessoas que foram abordadas nessas ações, os atendimentos não se resumirão apenas ao Carnaval. Daremos continuidade e encaminhamento aos Cras e Creas, localizando essas famílias com os cadastros preenchidos, buscando se já são benefíciárias do Bolsa Família ou possuem outros benefícios eventuais, se são inseridas em outros serviços ou programas e qual suporte ou apoio elas precisam da assistência social para superar suas demandas e desenvolver autonomia", concluiu.
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