
Jodiane reclamou ainda da decisão do governo em decretar estado de calamidade pública com data retroativa. Ela questiona porque as medias não estão sendo realizadas em conformidade com este decreto. A parlamentar pontuou ainda a importância das aulas presenciais e reforça que este é um pedido frequente dos pais.“Qual o motivo técnico que foi, que não pode realizar esse pagamento? Porque eu tive olhando o portal de transparência e pagamentos de outras áreas foram feitos. Então qual foi o problema realmente que aconteceu para que o dinheiro do Travessia não tenha chegado na mão do povo? Então esse questionamento eu iria fazer hoje [na sessão], mas assim mesmo a cobrança continua. Qual foi o problema? Porque o Travessia não saiu?”, interpelou.
Segundo ela, os contratos, licitações e ações do governo que vão beneficiar o povo precisam sair do papel.“Observei que eu cobrei um dia antes com relação ao fardamento, no outro dia saiu a licitação, a licitação não! O processo licitatório já foi iniciado, de fato só vai acontecer 23 de fevereiro e eu estou aqui de olho”, afirma.
A vereadora descreveu como “vergonhoso” moradores fazerem aniversário de um ano da interdição da ponte do Apicum, em Maria Guarda. Ela pediu tranquilidade para população e apontou que as emendas vetadas pelo prefeito Dailton devem ser derrubados na Câmara. Bahia Manchetes“A comunidade já não aguenta mais falar da situação dos buracos, a gente já não sabe mais o que dizer e toda vez que eu abro o portal em nenhum momento eu vejo licitação de manutenção das vias públicas”, completou.
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