
Enquanto os turistas desembarcam, às dezenas, no asfalto fervilhante do entorno do Maracanã, tiram fotos ao lado das bilheterias, compram chaveiros e camisetas da seleção brasileira e aplaudem um imitador de Pelé, o que se vê do outro lado da grade é um estádio definhando em pleno abandono. O gramado já não é regado e começa a ficar amarelo, há restos de pipoca, entulhos e garrafas por todo lado, cadeiras arrancadas e armazenadas como se fossem lixo e montes de móveis abandonados. Falta luz há uma semana, e os gatos, que sempre perambularam pelo templo do futebol brasileiro, tomaram o lugar, com seu típico cheiro de amoníaco.
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