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Bolsonaro diz que caixa-preta de órgãos federais começou a ser aberta

Bolsonaro diz que caixa-preta de órgãos federais começou a ser aberta

07/01/2019 às 12h09
Por: Redação
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O presidente Jair Bolsonaro fala à imprensa na solenidade de passagem de Comando da Aeronáutica ao tenente-brigadeiro do ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, na Base Aérea de Brasília.
O presidente Jair Bolsonaro fala à imprensa na solenidade de passagem de Comando da Aeronáutica ao tenente-brigadeiro do ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, na Base Aérea de Brasília.
[caption id="attachment_13259" align="aligncenter" width="1140"] O presidente Jair Bolsonaro fala à imprensa na solenidade de passagem de Comando da Aeronáutica ao tenente-brigadeiro do ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, na Base Aérea de Brasília.[/caption] Horas antes de dar posse hoje (7), em solenidade no Palácio do Planalto, aos dirigentes do Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Caixa Econômica Federal, o presidente Jair Bolsonaro disse que a caixa-preta de diversos órgãos começou a ser aberta. Na sua conta pessoal do Twitter, Bolsonaro afirmou que “muitos contratos foram desfeitos e serão expostos”. Segundo ele, "com poucos dias de governo, não só a caixa-preta do BNDES, mas [também] de outros órgãos", está sendo levantada e será divulgada. "Muitos contratos foram desfeitos e serão expostos, como o de R$ 44 milhões para criar criptomoeda indígena que foi barrado pela ministra [de Mulheres, Família e Direitos Humanos] Damares [Alves] e outros”, completou. O presidente se refere à decisão de Damares Alves de suspender um contrato de R$ 44,9 milhões da Fundação Nacional do Índio (Funai) que incluía a elaboração de mapeamento funcional, criação de banco de dados territoriais e implementação de criptomoeda para populações indígenas, segundo a imprensa. No final da manhã, tomarão posse no Banco Brasil, Rubem Novaes; no BNDES, Joaquim Levy; e na Caixa, Pedro Guimarães. O presidente tem hoje despachos com o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), e o deputado federal Fábio Ramalho (MDB-MG).
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