22°C 31°C
Candeias, BA
Publicidade

Maia nega novo imposto e sugere a Temer cortar ministérios

Maia nega novo imposto e sugere a Temer cortar ministérios

22/02/2018 às 03h16
Por: Redação
Compartilhe:
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
BRASÍLIA - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sugeriu na noite desta quarta-feira, 21, que um dos caminhos para reduzir despesas do governo seria diminuir o número de ministérios. Depois de revelar que o presidente Michel Temer (MDB) chegou a cogitar a criação de um imposto para reforçar projetos de segurança, Maia voltou a dizer que a proposta não seria aprovada pela Casa.
Rodrigo Maia
Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara Foto: André Dusek/Estadão
"Aqui não passa nenhuma criação de imposto. Se alguns pensam num aumento de receita, a gente pode tratar de redução de despesa. Podemos começar reduzindo o número de ministérios, pode ser um caminho para reduzir despesas", declarou Maia em conversa com jornalistas, em uma referência indireta à decisão de Temer de criar um Ministério da Segurança Pública.
Pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo DEM, o presidente da Câmara se negou a comentar a especulação sobre uma eventual candidatura à reeleição do presidente Michel Temer. "Isso é problema de lá. Eu não reclamei que eles estão querendo cuidar dos projetos de cá? Deixa eles cuidarem de lá, e a gente cuida de cá", disse.
Pacote de Segurança Pública O parlamentar fluminense também afirmou que a Câmara deve começar a pautar na próxima semana os projetos do pacote de Segurança Pública. Ele disse que ainda não definiu quais serão os primeiros pontos a serem votados, mas adiantou que gostaria de votar o pacote com medidas contra o tráfico de drogas e armas que está sendo elaborado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Ele também gostaria de votar em breve a criação do Sistema Nacional de Segurança Pública (Sinasp), que integraria os trabalhos das polícias no País. Maia defendeu endurecer as leis para atacar o crime organizado. “Tem uma questão fundamental que é fluxo de dinheiro e também uma coisa que se reclama muito é que muitas vezes se prende e rapidamente os bandidos vão para a rua. Vamos ver se a gente consegue fechar essas brechas para que os traficantes cumpram de fato uma pena rigorosa”, declarou. O deputado negou que o governo tenha invadido sua agenda de segurança e disse que o governo cuida de sua agenda “lá” e que a Câmara cuida das suas propostas “de cá”. “Estou tranquilo, estou no meu ponteiro, na minha pauta”, afirmou. “Só achei estranho que era uma pauta que estava aqui”, comentou. O presidente da Câmara já decidiu que, durante o período de intervenção no Rio de Janeiro, não vai colocar em votação no plenário nenhuma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). E admitiu que, em razão do decreto, a reforma da Previdência deve ficar para o governo que tomará posse em janeiro de 2019. Para ele, só seria possível votar a matéria em novembro, após as eleições de outubro, se o presidente da República eleito defender a matéria e trabalhar pela sua aprovação antes da posse.           Estadão
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Candeias, BA
22°
Tempo limpo

Mín. 22° Máx. 31°

23° Sensação
1.62km/h Vento
96% Umidade
0% (0mm) Chance de chuva
05h37 Nascer do sol
05h48 Pôr do sol
Seg 33° 21°
Ter 32° 21°
Qua 32° 21°
Qui 33° 22°
Sex 31° 23°
Atualizado às 04h04
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Economia
Dólar
R$ 5,33 +0,01%
Euro
R$ 6,08 +0,03%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 405,791,85 +0,65%
Ibovespa
177,653,31 pts -0.91%
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Lenium - Criar site de notícias