O presidente americano, Donald Trump, voltou a ameaçar a Coreia do Norte neste sábado, 7, ao escrever em seu Twitter que "apenas uma coisa" funciona para lidar com o regime de Kim Jong-un, sem dar detalhes. Em duas mensagens postadas nesta tarde, o republicano disse ainda que os longos períodos de diálogo com Pyongyang não renderam frutos. [caption id="attachment_6232" align="aligncenter" width="537"]

This picture taken on September 23, 2017 and released from North Korea's official Korean Central News Agency (KCNA) on September 24 shows an anti-US rally in Kim Il-Sung Square in Pyongyang.
Tens of thousands of Pyongyang residents gathered in the capital's Kim Il-Sung Square on September 23 to laud leader Kim Jong-Un's denunciation of US President Donald Trump. / AFP PHOTO / KCNA VIA KNS / STR / South Korea OUT / REPUBLIC OF KOREA OUT ---EDITORS NOTE--- RESTRICTED TO EDITORIAL USE - MANDATORY CREDIT "AFP PHOTO/KCNA VIA KNS" - NO MARKETING NO ADVERTISING CAMPAIGNS - DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS
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"Presidentes e suas administrações conversaram com a Coreia do Norte por 25 anos, acordos feitos e montanhas de dinheiro pagas não funcionaram, os acordos foram violados antes da tinta secar, fazendo os negociadores americanos de tolos. Desculpe, mas apenas uma coisa vai funcionar", escreveu o presidente americano.
Mais tarde, ao deixar a Casa Branca para uma viagem até a Carolina do Norte, repórteres questionaram o presidente sobre ao que se referiu ao dizer que apenas um caminho funcionaria na tensão com a Coreia do Norte. Mais uma vez, Trump não deu detalhes. "Você vão ver muito em breve". Na recente escalada da tensão entre os dois países, Trump disse, durante a Assembleia-Geral da ONU em setembro, que os EUA destruiriam a Coreia do Norte se necessário, para proteger a si próprios e seus aliados. No dia 1º de outubro, o presidente americano havia dito que o secretário de Estado, Rex Tillerson, deveria "poupar sua energia", em vez de negociar com o regime de Kim Jong-un. "Faremos o que tem de ser feito", sustentou na ocasião. O governo americano tem reforçado suas sanções contra a Coreia do Norte para pressionar o regime a abandonar seu programa nuclear e de mísseis. Além disso, tem atuado para que outros países caminhem na mesma direção, sobretudo a China, principal aliado dos norte-coreanos.
/AP e REUTERS Estadão