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Trump tira do cargo conselheiro que adicionou repórter em grupo secreto que discutia planos de guerra

Trump tira do cargo conselheiro que adicionou repórter em grupo secreto que discutia planos de guerra

02/05/2025 às 09h46 Atualizada em 02/05/2025 às 12h46
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta quinta-feira (1º) que, Mike Waltz, envolvido em um escândalo, deixará o cargo de conselheiro de Segurança Nacional. Ele será nomeado como embaixador do país na Organização das Nações Unidas, de acordo com Trump.   ➡️ Waltz foi responsabilizado por adicionar, acidentalmente, o editor da revista The Atlantic a um grupo privado no aplicativo de mensagens Signal, onde eram discutidos detalhes sobre uma campanha de bombardeios os EUA no Iêmen.   A própria revista informou o erro.   No mesmo anúncio, Trump disse que o secretário de Estado, Marco Rubio, acumulará o cargo de conselheiro de Segurança Nacional com a saída de Waltz.   “Tenho o prazer de anunciar que nomearei Mike Waltz como o próximo Embaixador dos Estados Unidos nas Nações Unidas”, escreveu Trump em suas rede social, a Truth Social. “Desde seu tempo de farda no campo de batalha, no Congresso e como meu Conselheiro de Segurança Nacional, Mike Waltz tem se dedicado a colocar os interesses da nossa nação em primeiro lugar. Sei que ele fará o mesmo em seu novo cargo”, acrescentou.   “Enquanto isso, o Secretário de Estado Marco Rubio atuará como Conselheiro de Segurança Nacional, mantendo sua forte liderança no Departamento de Estado. Juntos, continuaremos a lutar incansavelmente para tornar os Estados Unidos e o mundo SEGUROS NOVAMENTE", disse Trump. Mais cedo, a imprensa norte-americana já havia informado que o conselheiro deixaria o cargo. Segundo a Reuters, o vice de Waltz, Alex Wong, também deixará o posto. Ele é especialista em Ásia e foi funcionário do Departamento de Estado com foco na Coreia do Norte durante o primeiro mandato de Trump. Ex-conselheiro se envolveu em escândalo Ex-deputado republicano da Flórida, de 51 anos, Waltz enfrentou críticas, em março, após adicionar um jornalista em um grupo de conversa que discutia bombardeios no Iêmen.   Depois desse episódio, Trump manifestou sua preferência por conduzir esse tipo de conversa em ambientes seguros com paredes blindadas — um sinal claro de sua insatisfação. A polêmica envolvendo o Signal não foi a única mancha no histórico de Waltz.   Uma pessoa familiarizada com a dinâmica interna do gabinete afirmou que Waltz era considerado excessivamente belicista para o estilo de Trump, mais avesso a guerras.   Além disso, era visto como ineficaz na coordenação da política externa entre diferentes agências — uma função essencial do assessor de segurança nacional, destacou a Reuters.   "O sistema não está funcionando corretamente sob o comando de Waltz", disse a fonte, que falou sob condição de anonimato.   O cargo de assessor de segurança nacional é bastante influente, mas não exige confirmação pelo Senado.   G1
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