Bahia tem relação histórica com o petróleo, diz Robinson Almeida

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O encerramento das atividades da Petrobras na Bahia foi o principal tema desta terça-feira, 24, da entrevista do deputado estadual Robinson Almeida (PT) ao programa Isso É Bahia, da rádio A Tarde FM.

Em conversa com os apresentadores Jefferson Beltrão e Fernando Duarte, sobre a eficácia do ato realizado na Assembleia Legislativa nesta segunda-feira, 23, o deputado falou sobre a importância da empresa para o estado.

“Nós estamos mobilizando a sociedade baiana para ela tomar conhecimento da repercussão dessa medida anunciada pela direção da Petrobras. Nós fizemos um debate rico com a presidência do senado federal, da câmara federal, de prefeitos da Região Metropolitana e do Litoral Norte aqui da Bahia, também com entidades sindicais e com lideranças populares. Um extrato muito significativo. Muitos deputados estaduais de vários partidos políticos e essa frente tem o objetivo de fazer essa ampla mobilização aqui na Bahia. Essas repercussões sociais e econômicas são intensas, caso esta medida seja consumada”, declarou.

O deputado disse a importância de receber apoio para permanência da Petrobras, independente do partido.“Segunda, na sessão, esteve o deputado Luciano Simões Filho, do DEM. Nossa frente é suprapartidária. A causa da permanência da Petrobras na Bahia é suprapartidária. Todo apoio é bem-vindo. Prefeito de Salvador tem que se preocupar muito com a paralisação das atividades. Salvador está entre as capitais com maior índice de desemprego, perder esses empregos qualificados é uma preocupação justa. É um apoio importante”, disse.

Robinson comentou ainda a relação histórica da Bahia com o petróleo, que vem antes mesmo da estatal. “Todos nós aqui sabemos que há uma relação histórica com o petróleo. O Lobato foi o primeiro bairro em que foi descoberto o petróleo no Brasil. A refinaria Landulfo Alves completou 69 anos na última semana, antes mesmo da Petrobras”, finalizou.

Sobre a importância para economia, o deputado disse que é um ‘ativo importante’. “Nenhum país do mundo abre mão do setor do petróleo, as guerras no mundo são sobre o petróleo. O petróleo é um ativo importante na economia”, finalizou.

 

A Tarde