
Segundo Alonso, ela “nunca foi uma excelente cantora” e “seu visual também não era dos mais atraentes para o mercado da música sertaneja”. “Marília Mendonça era gordinha e brigava com a balança. Mais recentemente, durante a quarentena, vinha fazendo um regime radical que tinha surpreendido a muitos. Ela se tornava também bela para o mercado”. Gustavo Alonso e a Folha de SP, não só desrespeitam Marília Mendonça, mas também sua trajetória de conquistas e quebra de paradigmas, em universo musical extremamente machista e repleto de esteriótipos. Marília Mendonça foi fenômeno musical e como mulher pelo seu trabalho, talento e força. De maneira nenhuma, uma coluna como essa, deveria ser aceita pela linha editorial do jornal centenário, que fere toda história de sucesso da cantora, e não respeita o luto da família, de seus fãs e do Brasil.
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