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A vereadora Marta Rodrigues (PT) disse nesta quarta-feira (20) que a chegada do navio com equipamentos para o início das obras da Ponte Salvador-Itaparica deixou “sem roteiro e sem rumo” setores da oposição que apostavam no fracasso do projeto para explorar politicamente o tema nas eleições de 2026.
Segundo a parlamentar, enquanto o governo trabalhava para tirar a ponte do papel, adversários políticos passaram meses criando factoides, espalhando invenções e tentando convencer a população de que a obra era apenas mais uma promessa eleitoral.
“O grupo político que tentou desmerecer a ponte está tão perdido quanto ACM Neto, que não sabe se se aproxima de Flávio Bolsonaro diante dos escândalos envolvendo Flávio e o Banco Master e também não consegue defender Lula porque Lula representa um projeto político voltado para o povo, completamente diferente do grupo deles”, afirmou.
Marta recorda que a direita baiana criou factoides, espalhou invenções e apostou no fracasso da obra para tentar transformar isso em discurso político em 2026. “Agora estão quietinhos porque a realidade chegou atracada no Porto de Salvador”, completou.
Na última terça-feira (19), o governador Jerônimo Rodrigues acompanhou no Porto de Salvador a chegada da embarcação com os primeiros equipamentos que serão utilizados na implantação da plataforma provisória no mar, etapa considerada essencial para o início das obras da Ponte Salvador-Itaparica.
Para a vereadora, o avanço do projeto representa um marco histórico para a Bahia e destacou os impactos econômicos, sociais e de mobilidade que serão gerados para milhões de baianos.
“A Ponte Salvador-Itaparica vai integrar regiões importantes, fortalecer o turismo, gerar empregos, atrair investimentos e melhorar a qualidade de vida de cerca de 10 milhões de baianos. É uma obra histórica que começa efetivamente a acontecer”, disse.
A petista também ressaltou que o Governo da Bahia tem conduzido o projeto com diálogo junto às comunidades tradicionais, pescadores, marisqueiras e moradores das áreas impactadas pela obra.
“Existe diálogo, responsabilidade social e respeito às comunidades tradicionais. O governo tem tratado esse projeto ouvindo pescadores, marisqueiras e garantindo que todos os trâmites ambientais e sociais sejam respeitados. Isso também desmonta a narrativa de quem preferia alimentar dúvida ao invés de reconhecer o avanço da Bahia”, pontuou.
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