
A coluna de Milena Teixeira, do Metrópoles, que revelou a tentativa do banqueiro Augusto Lima de colocar o nome do Credcesta na Arena Fonte Nova, não aponta qualquer articulação do governo Jerônimo Rodrigues nas negociações envolvendo os naming rights do estádio.
Segundo a publicação, a iniciativa partiu do próprio empresário, ex-sócio de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A movimentação ocorreu em 2023, após o encerramento do contrato da arena com a Itaipava.
De acordo com a coluna, Augusto Lima buscava ampliar a visibilidade do Credcesta, empresa voltada ao crédito consignado para servidores públicos, utilizando a força comercial de um dos principais equipamentos esportivos da Bahia.
As negociações chegaram a avançar, mas não foram concluídas. Conforme a apuração, o banqueiro teria recuado após o vazamento das informações sobre o possível acordo. Em vez dos naming rights, ele decidiu investir apenas em um lounge exclusivo dentro da Arena Fonte Nova.
Posteriormente, o estádio fechou contrato com a Casa de Apostas, atual detentora dos naming rights da arena até 2027.
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