
morte do pastor evangélico Moisés Neves Galdino, ocorrida após ele passar mal dentro de um motel na região do Vale do Aço, ganhou um novo e controverso desdobramento. A mulher que o acompanhava no quarto decidiu quebrar o silêncio e apresentou uma versão que contradiz os relatos iniciais feitos às autoridades: segundo ela, não houve relação íntima, mas sim uma “campanha de oração”.
Em entrevista a um portal local, a acompanhante do pastor Moisés Neves Galdino afirmou que os dois realizavam um ato religioso no motel onde ele morreu, contrariando informações iniciais repassadas a socorristas e à polícia, que indicavam um encontro íntimo antes do mal súbito.
O caso aconteceu em Ipatinga, quando a mulher acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência após o pastor passar mal repentinamente. Conforme os primeiros relatos feitos no dia do ocorrido, a acompanhante teria informado que Galdino caiu no chão logo após os dois manterem relações, com suspeita de um infarto fulminante. Antes da chegada das viaturas da Polícia Militar de Minas Gerais, ela deixou o local.
As equipes médicas tentaram reanimar o pastor por cerca de uma hora, mas ele não resistiu. A perícia informou que não foram encontrados sinais de violência no corpo. A esposa do religioso esteve no motel para recolher os pertences do marido e acompanhar a liberação do corpo.
Dias após a repercussão do caso, a mulher resolveu se pronunciar publicamente para rebater as acusações de adultério. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ela confirmou que estava no quarto no momento do mal súbito, mas afirmou que a escolha do local tinha motivação exclusivamente religiosa.
“Não é nada disso que estão pensando. A gente estava lá porque estávamos em uma campanha, e a cada dia iríamos realizar essa campanha em um lugar diferente”, declarou.
Questionada sobre a natureza do ato, ela garantiu que o objetivo era “estritamente espiritual” e realizado “em prol da igreja”. A mulher também negou que a esposa do pastor desconhecesse a situação. Segundo ela, todos os envolvidos sabiam do encontro.
“O meu marido sabia. A esposa dele também sabia que se tratava de uma campanha”, afirmou, acusando a viúva de distorcer os fatos.
Até o fechamento desta reportagem, a família do pastor Moisés Neves Galdino não havia divulgado nova nota oficial sobre as declarações.
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