
Nesta segunda-feira (22/4), em cerimônia no Palácio do Planalto, Lula disse: “O [Geraldo] Alckmin tem que ser mais ágil, tem que conversar mais. O Fernando Haddad tem que, ao invés de ler um livro, perder algumas horas conversando no Senado e na Câmara”, afirmou o presidente, em meio à dificuldade do Executivo no trato com o Legislativo.
Lula ainda defendeu que Wellington Dias, do Desenvolvimento Social, e Rui Costa, da Casa Civil, passem “a maior parte do tempo” conversando com as bancadas. Ao fim do pronunciamento, o chefe do Executivo amenizou o tom crítico: “É difícil, mas a gente não pode reclamar. A política é exatamente assim: ou você faz assim, ou não entra na política”. Indagado por jornalistas sobre a cobrança feita por Lula, Haddad respondeu: “Eu sou faço isso da vida”. O ministro fez a declaração na portaria do Ministério da Fazenda, antes de se direcionar ao Palácio do Planalto para uma reunião com o presidente da República.Lira está com as relações estremecidas com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, responsável pela articulação política do governo. No encontro, o presidente da República admitiu que houve uma trapalhada do governo no episódio envolvendo a demissão do primo de Lira do comando do Incra de Alagoas.
Lula também deve se reunir com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Auxiliares do petista já procuraram o parlamentar para marcar o encontro. A expectativa é de que a conversa ocorra ainda nesta segunda-feira (22/4).
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