VIROSE “MACENTANDO: SOTEROPOLITANOS PEGAM VIROSE E LOTAM EMERGÊNCIAS DE HOSPITAIS NO PÓS CARNAVAL
VIROSE “MACENTANDO: SOTEROPOLITANOS PEGAM VIROSE E LOTAM EMERGÊNCIAS DE HOSPITAIS NO PÓS CARNAVAL
16/02/2024 às 15h45Atualizada em 16/02/2024 às 18h45
Por: Redação
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Foto: Reprodução
Em entrevista ao Jornal Correio a infectologista Clarissa Ramos explica que a virose, apesar de esperada, é recorrente depois do Carnaval por conta da quantidade de pessoas reunidas e o comportamento comum que se tem na folia. “As multidões são muito decisivas no fator de contágio porque, quando há proximidade entre pessoas se tem transmissão da doença. Isso é um fator determinante no caso das viroses respiratórias , como a que está sendo relatada”, diz. “Essas viroses são transmitidas por gotículas, por saliva, assim como ocorre com a Covid-19. Então, um contato próximo, com menos de um metro de distância da pessoa, facilita a transmissão da doença. Imagine só no Carnaval, onde se tem beijos, uma proximidade e intimidade maior. Há um risco bem mais alto de transmissão”, explica Clarissa, que coloca a proximidade como fator mais decisivo para contágio que as longas jornadas sem alimentação, hidratação e descanso mínimos. Bahia Econômica
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